quinta-feira, 24 de abril de 2014

Carros passam toda hora, sirenes se tornaram normais, às vezes ouço um estranho brigar, outro em êxitos aclamando a vida. Músicas que me animam outras que me fazem querer morrer ou matar.
Se fechar a janela o mundo é só meu... Pequeno, absoluto, apenas o meu.
Mas assim o vento não entra, não leva minha distração, não faz meus cabelos balançarem, não traz aquele cheiro bom, aquela brisa, e assim meus pés ainda continuaram imóveis, apenas tocando o chão que é dele... 

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